12 janeiro, 2007

Principe das Asturias

Porta aviões Espanhol (sim Espanhol) fundeado em frente ao Budha Bar em Lisboa á cerca de 2 meses. As fotos não foram tiradas por mim, mas sim pelos companheiros Ramos, Alex e Ricardo. Uma visita Guiada ao interior de um Porta Aviões.






















Transitários queixam-se de declaração electrónica ter de ser passada a… papel!!!

A APAT, associação dos transitários portugueses, alerta para a «total inoperacionalidade» com que têm sido confrontados os seus associados face ao novo sistema de declaração electrónica de exportação (Stada exportação), concretamente por «não ser possível apresentar declarações electrónicas e receber a informação subsequente inibindo as mercadorias de serem transportadas nos modos de transporte contratados com as inevitáveis consequências de perdas de viagem e rotas escolhidas a que acresce um aumento de custos com paralisações e imobilizações de meios de transporte». Concretamente, a declaração electrónica que entrou em vigor no passado dia 2 tem necessariamente que ser, imagine-se, impressa em papel, para ser apresentada às autoridades. Acresce que o sistema demora, por vezes, cinco horas para imprimir esse documento. Em exposição à Directora Geral de Alfândegas, Ana Paula Raposo, a APAT reconhece «que a implementação de novas regras acarreta em regra dificuldades de adaptação, mas cremos que as dificuldades detectadas prendem-se mais com o próprio sistema e seu funcionamento, pelo que a sua inoperacionalidade não pode deixar de ser levada em conta por essa Direcção Geral». A resposta desta, a que a CARGO News Online teve acesso, confirma as dificuldades, avançando que, no entanto, «têm sido aqui enquadradas as situações de SOS que os operadores invocam».
Resta esperar que, como responde a dado passo a responsável pelas Alfândegas do país, «o sistema estabilize no mais breve espaço de tempo».

Deus queira acrescento eu...

Artigo publicado em Cargo News Online 08/01/07

03 janeiro, 2007

Parece que o "barco" foi abandonado....

Suas ratazanas....

30 novembro, 2006

Cargas fogem de Moçambique por causa de taxa polémica

Os utentes sul-africanos e swazis do porto de Maputo começaram a transferir as suas cargas de novo para os portos de Durban e Richards Bay, por causa das polémicas taxas de scanning impostas pelas autoridades moçambicanas. O Corredor de Ligação de Maputo (“Corridor Liaison Initiative - MCLI”), que promove o uso deste corredor de mercadorias desde a África do Sul, assinala que as medidas vão ter um efeito catastrófico em futuros investimentos privados em Moçambique. O governo autorizou a recém-formada empresa Kudumba, que explora os scanners não intrusivos nos portos e nas fronteiras, a cobrança de uma taxa, quer a carga seja ou não passada no scanner, em contentores, carga ensacada, ou mesmo minério e sumos de fruta, ou açúcar. As medidas são consideradas únicas e sem precedentes a nível mundial. Futuros investimentos das indústrias sul-africana e moçambicana correm sérios riscos, esperando-se que o governo de Moçambique anule rapidamente a taxa, agindo a tempo de impedir mais estragos na imagem do país como porta de entrada e saída de mercadorias na região.

Gandas malucos...

15 novembro, 2006

Sector transportador nacional polui mais que a média

As empresas do sector dos transportes ocupam os últimos lugares no "ranking" de responsabilidade climática das firmas portuguesas, num universo de 58 empresas dos 25 sectores mais relevantes em termos de emissões de gases com efeitos de estufa (duas ou mais por cada sector, excepto na refinação de petróleo, que inclui apenas a Petrogal), cobertas e não cobertas pelo Comércio Europeu de Licenças de Emissão (CELE), participando ainda no "ranking" os CTT, único participante voluntário da edição deste ano. Elaborado pela Euronatura - Centro para o Desenvolvimento Sustentado, o projecto "Responsabilidade Climática em Portugal: Índice ACGE 2005" visa avaliar a resposta das empresas portuguesas ao desafio das alterações climáticas, através de um índice que contempla vários níveis.

07 novembro, 2006

Carregadores brasileiros confrontados com aumentos de 200 dólares por TEU

Os carregadores brasileiros estão indignados com aumentos de 200 dólares por TEU impostos pelas quatro linhas que servem o país nas ligações com os EUA, Ásia e Europa (MSC, Hapag Lloyd, CSAV e Hamburg-Süd), decididos na semana passada. Maurício Costin, vice-presidente da associação CIESP, de São Paulo, saiu em defesa dos seus associados, que clamam ter havido concertação por parte das referidas linhas, pois os aumentos, todos do mesmo valor, foram declarados pelas quatro linhas simultaneamente, ainda que cada uma “per si”. Para este dirigente, que já anunciou o envolvimento dos advogados da associação neste processo, a situação é inaceitável.

2006-11-07
Fonte: Cargo News Online

28 outubro, 2006

Mota-Engil lança-se no transporte ferroviário

A Mota-Engil é o primeiro operador privado português a entrar no sector do transporte ferroviário de mercadorias através da sua participada Cargo-Rail, uma nova empresa criada na área de Ambiente e Serviços.
Ao posicionar-se para aproveitar a liberalização do mercado de transportes ferroviários, em 2007, a Mota-Engil procura, também, aproveitar sinergias com a Ferrovias, já com activos no sector. A nova aposta da empresa vem reforçar a sua posição no sector dos transportes e surge pouco depois da constituição de um consórcio com o BES e a Bento Pedroso Construções para concorrer ao plano governamental de Plataformas Logísticas, com um investimento de 500 milhões de euros no Poceirão (Palmela).
A Cargo-Rail, ainda a aguardar licença do Instituto Nacional de Transportes Ferroviários, abre, ainda, caminho, à entrada da Mota-Engil em projectos de âmbito transnacional, em parceria com outras empresas.
Em Portugal, o transporte ferroviário de mercadorias movimenta apenas 3% do tráfego total, mas no eixo Alemanha-Holanda, o negócio é mais dinâmico, com operadores já de grande dimensão, como a Railion. À semelhança do que aconteceu em Espanha, o sector pode, também, ser impulsionado pelo projecto do TGV, outro negócio na mira da Mota-Engil.

19 outubro, 2006

Mota-Engil cada vez mais forte nos portos nacionais

A Mota-Engil lançou no final de terça-feira ofertas públicas de aquisição (OPA) sobre a Tertir e a Ternor, negócio que está dependente do aval da Autoridade da Concorrência. Estas empresas, em que a Mota-Engil já detinha uma posição minoritária, são participadas pela Rodrigo Leite, SGPS, pela estatal Parpública, e por pequenos investidores. O investimento ronda os 36,9 milhões de euros, dando à Mota-Engil, através do controlo do Grupo, o estatuto de maior operador de contentores do país, com posições maioritárias no TCL, em Leixões, na Liscont, na Sotagus e no terminal do Beato, em Lisboa, e na Sadoport, em Setúbal. Isto para além de outras participações detidas pelo grupo de Rodrigo Leite em Aveiro e na Figueira da Foz. O ramalhete poderá ainda ficar mais composto caso o novo proprietário adquira a posição da PSA em Sines.Já no campo das especulações, alguns observadores são de opinião que a Mota-Engil estará apoiada, nesta jogada estratégica, pelo banco BES, com quem aliás tem uma parceria para a exploração de infra-estruturas na área dos transportes, e pela espanhola ACS, de Florentino Perez. Mas é voz corrente que o grupo português não abdica de deter a maioria do capital social. O valor total da aquisição do Grupo Tertir ascende a 138 milhões de euros. A construtora oferece 80 milhões de euros pelo capital do Grupo Tertir e assume a sua dívida no valor de 134 milhões de euros. Descontando o montante de 76 milhões de euros (verba pela qual que espera vender os dois imóveis de Alverca e Freixeiro), o valor final perfaz os 138 milhões de euros

03 outubro, 2006

Cargo Rail vai entrar no transporte ferroviário de mercadorias

A Cargo Rail vai concorrer com a CP no transporte ferroviário de mercadorias. Detida a 100% pela Mota-Engil, através da Mota-Engil Ambiente e Serviços (70%) e da Ferrovias (30%), a empresa entregou, no início do mês, o pedido de atribuição de licença de operador junto do Instituto Nacional do Transporte Ferroviário (INTF). Este organismo tem 90 dias, a partir da entrega de toda a documentação, para licenciar a empresa. José Pires da Fonseca, ex-administrador da CP com o pelouro da carga, e consultor na Refer em gozo de licença sem vencimento é o presidente da Cargo Rail, segundo refere o Jornal de Notícias. Segundo o mesmo diário, para além da Cargo Rail, um operador espanhol está a preparar-se igualmente para entrar no transporte ferroviário de mercadorias. Trata-se de Compsa, que tem já o estatuto de operador em Espanha, empresa que já requereu ao INTF o certificado de segurança para operar em determinadas linhas.

Mega porta-contentores tocarão um número reduzido de portos

Devido às suas dimensões, apenas Roterdão, Bremerhaven e Felixstowe na Europa e Hong Kong e Shanghai na Ásia deverão receber regularmente os maiores navios da Maersk, como o Emma, o primeiro do grupo de oito super porta-contentores do armador dinamarquês que os estaleiros de Oddense, propriedade do grupo, estão a construir. A revelação foi feita há dias em Roterdão, pelo novo top executive da Maersk, Eivind Kolding, que admitiu igualmente algumas escalas nos terminais de Algeciras e Tanjung Pelepas.O “Emma Maersk” testou com sucesso a carga de nove alturas no deck superior, o que significa que o navio pode carregar um máximo de 15.000 TEU, contra os 13.500 TEU anunciados previamente pelos especialistas. Tais resultados levaram a consultora marítima ARS-Alphaliner a anunciar uma capacidade máxima de 14.300 TEU, enquanto o armador dinamarquês oficialmente se queda nuns mais cautelosos 11.000 TEU. Apesar da capacidade instalada para comportar as nove alturas no deck superior, as regras da IMO poderão limitar as filas exteriores a alturas mais reduzidas, ao obrigarem a garantir uma visão clara, para a tripulação, superior a 200 metros em relação à proa do navio. Na prática deverá ser do capitão a palavra final quanto à lotação máxima de estiva.Estes super navios deverão iniciar-se no mercado das rotas Europa-Ásia em princípios de 2008.

02 agosto, 2006

Apanhado.

Durante os dias em que aqui estiveram os veleiros, fartei-me de tirar fotos aos mesmos, algumas acessiveis a todas as pessoas, outras apenas acessiveis a quem tem entrada no Terminal de contentores de Alcantara. Numa dessas minhas idas ao terminal (fora das horas de serviço logicamente...), para tirar fotos aos veleiros que estavam no cais avançado de Alcantara apanhei a foto que se pode verdadeiramente considerar como APANHADO.... então shô guarda, a dormir na hora de serviço ??? Assim este pais vai longe vai....

27 julho, 2006

"Juan Sebastian de Elcano"

Construido em 1925 o navio "Juan Sebastian de Elcano" já deu mais de 10 voltas ao mundo, durante as suas 76 viagens de instrução. Entregue à Armada Espanhola em 1928, já sofreu algumas remodelações durante a sua existencia, tendo sido a ultima em 2005 / 2006.
Com uma capacidade de deslocamento de 3.600 tons (com carga total), o Juan Sebastian de Elcano dispõe alem das velas de uma autonomia de 10500 milhas, equivalente +- a 73 dias a 6 nós.





















Ranking dos maiores armadores de contentores confirma liderança europeia

O armador alemão Hapag-Lloyd é agora o quarto classificado no ranking mundial dos transportadores marítimos de contentores, de acordo com o instituto alemão de economia de shipping e logística ISL, de Bremen. Em Abril passado a companhia detinha em operação 127 navios, a que correspondia uma capacidade de 423.000 TEU. Sem surpresas, a lista continua a ser liderada pela dinamarquesa Maersk, seguida da suíça MCS, e pela francesa CMA CGM. Depois da Hapag-Lloyd surge a Evergreen, de Taiwan, a Hanjin (Coreia do Sul) e a chinesa Cosco.

"Americo Vespucci"

Com cerca de 400 tripulantes, o "Americo Vespucci", pertença da Marinha Italiana foi para mim o veleiro mais impressionante que esteve nesta 50ª regata de grandes veleiros que passou por lisboa entre dias 19/07/06 e 23/07/06. Que animação trouxeram a esta zona ribeirinha, e que multidão de pessoas acorreram a ver os veleiros... Impressionante. Infelizmente e apesar de estar relativamente perto do Veleiro durante quase todo o dia, por motivos profissionais foi-me impossivel visitar esta verdadeira obra de arte.
Foi pena, mas os hórarios de visita e a multidão que como eu queria fazer uma visita ao navio, tornou impossivel de concretizar o desejo, fica para a proxima.















Mais um encalhado

Este parece-me que já cá não o voltamos a ver.

O Safmarine Agulhas, está à cerca de 1 mês encalhado na costa Sul Africana, e pelas noticias lidas parece que já começa a partir com a força das ondas, tendo ainda cerca de uma centena de contentores a bordo.

Ps. - Obrigado Pedro mais uma vez, pela foto e pela dica.

17 julho, 2006

E andam estes navios por ai...



Pois é..

Nesta foto vemos o Tanker Front Sunda com danos bastante graves ao nivel da sua estrutura devido a uma explosão num dos seus tanques...

14 julho, 2006

Olha o Barqueiro ai outra vez...












- Pois é, lá se decidiram a retirar o navio de baixo de agua.... agora só espero não ficar com o navio "fantasma" aqui em frente ao Escritorio nos proximos anos....

Nota Editorial

Atempadamente continuaremos a postagem habitual, desculpem mas o dia hoje foi longo... muito longo....

O Brilhante Alpha B...


Este navio não está abrangido pelo tratado de Quioto...

O Fabuloso Tainha...



Uma das fotos que o dia de hoje proporcionou...

23 junho, 2006

Ausencia forçada


Desculpem, mas estamos presos... ao Mundial.

UBlog

06 junho, 2006

Comemoração dos 150 anos da CP


No ambito dos 150 anos da Cp, irá realizar-se uma exposição durante 3 fins de semana, exibindo 3 tipos de comboios.
No fim de semana passado era a vez do comboio a vapor voltar a circular e mostrar assim todo o seu explendor e beleza, fazendo relembrar a glória do passado..



05 junho, 2006

Mais um navio de Cruzeiro aqui nesta bela cidade...

Construido em 1988 em Kvarner Masa Turku na Finlandia e originalmente denominado Royal Viking Sun, passou a utilizar a designação de Seabourne Sun, com a aquisição da Royal Viking Line pela Cunard. Por sua vez, quando a Cunar foi adquirida pela Carnival em 1999, o então Seabourne Sun ainda andou cerca de 3 anos com essa designação, tendo em 2002 passado ao serviço da da Holland America Line, utilizando desde então o nome de Prinsedam, sendo que a pricipal diferença que lhe noto é o casco pintado de negro em vez do braco habitual. Dispondo de 8 decks para passageiros, tem ainda 1 piscina, 5 bares, casino, ginasio e sala de espectáculos com capacidade para todos os passageiros (740 passageiros). Dsipõem de uma tripulação com 450 efectivos. Esteve em Lisboa ontem dia 05/06/06