21 Dezembro, 2009
Natal 2009
Dia 24.12.09 - Período de trabalho até ás 17h00
Dia 25.12.09 - Encerrado
Dia 26.12.09 - Período de trabalho normal
Dia 31.12.09 - Período de trabalho até ás 17h00
Dia 01.01.10 - Encerrado
Dia 02.01.10 - Período de trabalho normal
TCL - LEIXÔES
Dia 24.12.09 - Período de trabalho até ás 12h00
Dia 25.12.09 - Encerrado
Dia 26.12.09 - Período de trabalho normal
Dia 31.12.09 - Período de trabalho até ás 17h00
Dia 01.01.10 - Encerrado
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25 Novembro, 2009
Angola Shuttle da Delmas inclui o Lobito
A partir de Dezembro, o Angola Shuttle da Delmas passará a escalar também o porto do Lobito, anunciou a companhia.
Transit-times de 17 dias a partir de Leixões e de 15 dias à saída de Lisboa é o que a Delmas (Grupo CMA CGM) promete para as ligações ao Lobito do Angola Shuttle.
Actualmente a rotação do serviço inclui escalas nos dois portos nacionais e no hub de Tanger até Luanda.
O primeiro navio da Delmas a escalar o porto do Lobito será o Impala, que deverá carregar em Leixões no dia 16 de Dezembro e em Lisboa dois dias depois. A chegada ao Lobito está prevista para 3 de Janeiro e a Luanda para 5 do mesmo mês.
In T&N
CML chega a acordo com a Liscont
A Câmara de Lisboa e a Liscont chegaram a um acordo de princípio sobre a expansão do terminal de contentores de Alcântara, mas no Parlamento cresce a pressão para anular o prolongamento da concessão.
Ao cabo de meses de negociações, a Câmara Municipal de Lisboa e a Liscont chegaram a acordo sobre a forma de minorar os impactes da futura expansão do terminal de contentores de Alcântara.
O acordo, cuja negociação envolveu também a Administração do Porto de Lisboa e a associação de cidadãos Lisboa Tejo e Tudo, prevê, nos seus “princípios orientadores” (palavras de António Costa), a limitação da altura do parqueamento dos contentores a cinco unidades e a “submissão do layout [do parque] dos contentores ao sistema de enfiamento das vistas”.
O acordo prevê igualmente “a criação de uma praça em frente à fachada da Gare Marítima de Alcântara, virada para o rio”, aumentando assim a área de espaço público e de fruição do rio na zona.
Definido foi também que a expansão do terminal de Alcântara só avançará depois de realizado um estudo de impacte ambiental, e que o “escoamento de mercadorias [será feito] através do modo ferroviário e fluvial (barcaças), para não aumentar o tráfego rodoviário”.
António Costa deverá levar o acordo à reunião semanal do Executivo camarário, para ser votado, após o que o texto terá ainda de ser submetido à Assembleia Municipal.
O presidente da autarquia lisboeta fez questão de vincar que o acordo alcançado não resolve a questão da legalidade, ou falta dela, do contrato estabelecido entre o Estado e a Liscont para a ampliação do terminal, com a contrapartida do prolongamento da concessão.
O facto é que no Parlamento, o PSD, o Bloco de Esquerda e o PCP já apresentaram projectos-lei para revogar o decreto-lei do anterior Governo que deu cobertura legal ao contrato com o grupo Mota-Engil. Resta saber o que fará o CDS-PP, sendo certo que os democratas-cristãos também se manifestaram contrários ao negócio.
A verificar-se uma minoria negativa na Assembleia, o contrato será anulado, abrindo-se um processo negocial, litigioso ou não, para ressarcir a Liscont de eventuais prejuízos.
In T&N
23 Novembro, 2009
Mota-Engil factura menos três milhões na logística
O negócio da operação portuária e da logística do grupo Mota-Engil registou uma quebra de três milhões de euros nos primeiros nove meses do ano, anunciou a empresa.
Entre Janeiro e Setembro, a Mota-Engil realizou um volume de negócios de 104,2 milhões de euros nos portos e na Takargo, valor que compara com os 107,2 milhões de euros do período homólogo de há um ano.
A quebra é considerada normal, dado o abrandamento das trocas comerciais com a crise económica e financeira global, com reflexo na actividade marítimo-portuária.
Este volume de receitas engloba as operações portuárias da Tertir (TCL, Liscont, Sotagus, entre outros), da Tersado e da Sadoport e ainda a actividade da Takargo no transporte ferroviário de mercadorias.
A área de negócio das concessões rodoviárias, ao invés, registou um volume de negócios de 88,2 milhões de euros, valor que compara com os 83,7 milhões de euros de há um ano. Todas as concessões – à excepção da Beiras Litoral e Alta – registaram um aumento de volume de negócios.
In T&N
Amanha - MSC inaugura terminal do Entroncamento
Um ano volvido sobre a apresentação do projecto, a MSC Portugal anuncia a inauguração do novo Terminal de Contentores do Entroncamento. Será na próxima terça-feira.
A MSC Portugal anuncia para a próxima terça-feira a inauguração do seu Terminal de Contentores do Entroncamento, onde passará a concentrar as operações até aqui realizadas em Riachos, e com o qual espera potenciar a actividade no Terminal XXI de Sines e criar uma verdadeira alternativa ao abastecimento de Madrid por Valência.
O investimento ascende a cerca de nove milhões de euros. O complexo ocupa uma área de 20 hectares, incluindo um terminal rodo-ferroviário com três hectares e uma plataforma logística de 15 hectares aberta a quem nela se quiser instalar.
A estratégia para servir Madrid à importação passa por aumentar a actividade no Terminal XXI na recepção dos contentores, transportá-los por comboio para o terminal do Entroncamento, e ali formar comboios para Madrid ou desconsolidar as cargas e encaminhá-las por camião.
O Terminal do Entroncamento dispõe de um armazém alfandegado, o que permitirá realizar ali o desembaraço aduaneiro e o despacho das mercadorias. Uma vantagem para a MSC, mas também para as empresa que se instalem na plataforma logística, e que poderão utilizar também o terminal ferroviário.
Com a mudança da MSC, o TVT de Riachos, localizado paredes meias, perde o seu maior cliente. Mas a vaga poderá vir a ser ocupada pela Takargo Rail.
In T&N
13 Novembro, 2009
Porto Seco de Coslada recua 24% até Outubro
O movimento de contentores no porto seco de Coslada, na região de Madrid, caiu 24% entre Janeiro e Outubro. O movimento de comboios está reduzido e as previsões para os dois últimos meses não são animadoras.
O porto seco de Coslada movimentou nos primeiros dez meses do ano 40 401 TEU, cerca de um quarto menos do que o verificado no período homólogo do ano passado. O tráfego de UTI ficou-se pelas 23 552.
Os números acumulados são maus, mas pior é o facto de a situação não dar sinais de melhoria, pelo contrário. Em Outubro, as quebras foram bastante superiores às registadas no acumulado desde o início, ultrapassando os 40%. E os responsáveis não antevêem melhorias no que falta até ao final do ano.
Consequência do abrandamento da procura, o número de comboios realizados entre o porto seco e os principais portos espanhóis caiu a pique. De momento estão suspensos as ligações semanais com os portos de Bilbau e de Barcelona, enquanto as circulações com Algeciras estão suspensas por causa de trabalhos na via férrea.
Assim sendo, o único serviço regular em operação é a ligação com o porto de Valência, com o qual continuam previstos dez comboios semanais em ambos os sentidos.
In T&N
12 Novembro, 2009
Morreu António Figueiredo
Líder do Grupo ETE estava hospitalizado desde Junho.
António Figueiredo, presidente do Grupo ETE, faleceu ontem, na Suíça, vítima de uma paragem cardíaca.
O empresário, de 78 anos, estava internado na clínica de Notwtwill desde Junho, na sequência de um acidente de barco, ao largo da Sardenha, que o deixou tetraplégico.
Tenente-coronel da Força Aérea aposentado, António Figueiredo herdou cedo do seu pai a liderança da Empresa de Tráfego e Estiva e a partir dela fez um dos maiores grupos nacionais na área dos transportes e da logística, só rivalizado pela Tertir, entretanto adquirida pela Mota-Engil.
Hoje o Grupo ETE compreende cerca de quatro dezenas de empresas, com especial incidência no transporte marítimo, na operação portuária, na actividade transitária, na logística e no transporte rodoviário de mercadorias.
O acidente sofrido por António Figueiredo em meados do ano acelerou o processo de reorganização interna do Grupo ETE, mas a questão da sucessão só agora se colocará uma vez que o tenente-coronel, como gostava de ser tratado, se mantinha activo na condução dos negócios.
In T&N
11 Novembro, 2009
Contentores acumulam-se em Piraeus
Os trabalhadores portuários de Piraeus prolongaram a greve de uma semana por mais 48 horas em protesto contra a concessão da Cosco Pacific. Milhares de contentores acumulam-se agora no maior porto da Grécia.
A última paralisação começou no passado dia 2 e deveria ter terminado no domingo passado, mas o sindicato dos trabalhadores portuários apelou aos seus membros para a prolongarem por mais dois dias, para aumentar a pressão sobre o governo no sentido de renegociar com a Cosco a concessão do terminal de contentores por 35 anos.
A greve impediu já a movimentação de cerca de 4 500 contentores, provocando receios de uma escassez de bens de consumo no período que antecede o Natal, caso os trabalhadores portuários voltem a parar.
O sindicato cancelou uma greve de 16 dias em meados de Outubro, após o recém-eleito governo socialista assumir ir honrar a sua promessa de campanha de reabrir negociações com a Cosco Pacific para obter garantias de emprego dos trabalhadores portuários.
No entanto, o governo admite não poder anular o acordo legalmente vinculativo entre a Cosco e a Administração anterior.
A Cosco, a quinta maior operadora de terminais de contentores do mundo, pagará cerca de 5 mil milhões de dólares durante os 35 anos de concessão e investirá um adicional de 350 milhões para a modernização das instalações.
A empresa sedeada em Hong Kong planeia aumentar a capacidade anual de Piraeus para 3,7 milhões de TEU e torná-lo um hub de distribuição para as exportações chinesas para a Europa do sudeste.
In T&N
06 Novembro, 2009
Navio que colidiu com molhe do porto de Setúbal já zarpou
A zona danificada do molhe exterior da Docapesca tem uma extensão de sensivelmente 300 metros quadrados. Na terça-feira à noite o navio foi retirado do local pouco tempo depois e levado para o cais multiusos, com a ajuda de rebocadores.
In CargoEdições Online
04 Novembro, 2009
29 Outubro, 2009
CP Carga sob nova ameaça de greve
Nos poucos meses que leva de vida, esta é já a segunda convocatória de greve pelos trabalhadores da CP Carga. Os motivos mantêm-se: a falta de resposta da administração da às perguntas sobre o futuro da empresa e dos seus funcionários.
Os sindicatos representativos dos trabalhadores da CP Carga convocaram para o próximo dia 4 de Novembro uma paralisação da empresa “em defesa das reivindicações contidas no “Manifesto” entregue ao Ministério dos Transportes e Administrações da CP e CP Carga”, de acordo com o comunicado emitido a propósito.
Os trabalhadores exigem saber quais são os planos para o futuro da CP Carga, nomeadamente quanto à manutenção dos postos de trabalho. Os sindicatos falam na saída de 80 funcionários, embora “conste”, dizem, que poderá chegar aos 200.
Os trabalhadores questionam ainda a manutenção dos vínculos precários dos funcionários que “estão a ocupar postos de trabalho permanentes” e querem que lhes seja garantida a possibilidade de regressarem à CP “em caso de reestruturação futura da CP Carga”, entre outras reivindicações.
No comunicado, os sindicatos lembram ainda que está a terminar o prazo de 90 dias (sobre a constituição da CP Carga) que terá sido acordado com a CP para o arranque das negociações da contratação colectiva da empresa.
Uma primeira paralisação foi desmarcada em resultado de conversações mantidas com a Secretaria de Estado dos Transportes e a CP, mas agora os sindicatos querem “respostas concretas e não apenas reuniões para entreter”, afiançam.
In T&N
27 Outubro, 2009
Madeira e Açores fiscalizam actividade transitária
A fiscalização da actividade transitária vai intensificar-se, no Continente como nas regiões autónomas, anunciou o presidente do IMTT no final de mais um congresso da Apat.
As autoridades regionais da Madeira e dos Açores passarão a fiscalizar a actividades das empresas transitárias nos respectivos territórios. O anúncio foi feito pelo presidente do Instituto da Mobilidade e dos Transportes Terrestres (IMTT), no final do congresso do sector, que decorreu este fim de semana no Funchal.
Crisóstomo Teixeira anunciou que o protocolo para a transferência de competências de fiscalização já foi assinado, pelo que a todo o momento se espere entre em vigor.
Ao mesmo tempo o presidente do IMTT deixou a certeza de que o instituto por si dirigido vai intensificar as acções de fiscalização da actividade transitária no território continental. Serão objecto dessa fiscalização as empresas nacionais devidamente estabelecidas mas também as delegações de companhias internacionais. E será dada prioridade ao combate ao exercício da actividade por parte de empresas não habilitadas para tal, acrescentou.
O reforço da actividade fiscalizadora é há muito uma reclamação da Apat, para quem não basta ter um Estatuto Regulamentar se o seu cumprimento não for verificado pelas autoridades.
A intervenção de Crisóstomo Teixeira foi, pois, um bom encerramento do 10.º Congresso da Apat, que levou até ao Funchal cerca de uma centena de empresários e quadros, em representação de mais de 60 empresas associadas.
O encontro ficou também marcado pela intervenção inicial do presidente do Governo Regional da Madeira, e pelas muitas apresentações de dirigentes de outras associações e de outros modos de transporte, casos da Antram, da Agepor e da APTMCD, da Takargo e da CP Carga, ou de armadores.
In T&N
Trabalhadores contestam “lay-off” na Antram
A Comissão de Trabalhadores da Antram não gostou que o presidente da Direcção viesse a público anunciar um processo de “lay-off” de dez trabalhadores (nova, nas contas da Comissão). Numa nota à Comunicação Social a que o TRANSPORTES & NEGÓCIOS teve acesso, aquela estrutura representativa dos cerca de 70 funcionários da associação dos transportadores rodoviários de mercadorias critica a “lamentável decisão” de António Mousinho e sustenta que a “legalidade processual” estará “ainda por confirmar por parte das entidades competentes”.
No documento, a Comissão de Trabalhadores lembra que “sempre optou pela discrição na sua actuação”, tentando utilizar os mecanismos legais para discutir o dossier “de modo a não comprometer a imagem da Associação na praça pública”. Ao passo que, diz, “a Direcção Nacional sempre se negou a um diálogo franco (…), delegando a sua representação a terceiros e ignorando (…) de acesso à informação de gestão”. Daí o pedido de intervenção da Autoridade para as Condições de Trabalho.
Tentando contrariar os argumentos da Direcção sobre as dificuldades conjunturais, a Comissão de Trabalhadores da Antram lembra ainda que a associação contratou em Maio passado a compra de novas instalações no Porto, pelo montante de 1,285 milhões de euros, “sem recurso a financiamento externo e sem necessidade de venda prévia das actuais instalações”.
Por último, os representantes dos trabalhadores lamentam ainda a “visão redutora que é passada para o exterior” da actividade da associação.
Ao que o TRANSPORTES & NEGÓCIOS conseguiu apurar, entre os funcionários afectados pelo “lay-off” estarão vários directores de serviços.
Nas declarações à “Lusa”, o presidente da Antram afirmou que o processo avançaria esta semana e se prolongaria por seis meses.
In T&N
